A moça voltou para o quarto. Os irmãos chegariam mais tarde, na hora do
almoço. Logo tudo estaria pronto e todos se sentariam para almoçar.
Depois que o almoço ficou pronto,
a moça saiu do quarto e os rapazes chegaram. Foi preciso trazer cadeiras de
outro ambiente para que todos se acomodassem em torno da grande mesa oval.
Apenas a empregada e o segurança almoçaram na cozinha.
A moça estava com um ar satisfeito, apesar de parecer um pouco
envergonhada, certamente pelo que passara. Seu pai sentou-se a seu lado,
demonstrando orgulho, ainda assim. O dono da casa sentou-se de frente, ao lado
de nós duas, a loirinha, muito faceira, cabelos lisos, bonitinha e sorridente
para o irmão mais velho e muito atraente. O outro irmão era diferente e um
pouco distante, não se parecia fisicamente com o resto da família.
O italiano almoçava com moderação nos modos e nos alimentos, evitando as
comidas pesadas e dando preferência ao macarrão, como bom italiano.
O motivo pelo qual aquela família fora se hospedar ali era o para lá porque o a reforma do apartamento e a
moça não queria ouvir as lições de moral da tia. O fato consolidava a
reaproximação dos dois amigos e ambos pareciam aliviados. O italiano não
demonstraria ciúme do amigo mesmo se o sentisse, pois não era do seu feitio
fazer demonstrações sentimentais.
Finda a refeição, retiramos a louça. A garota quis ajudar, mas não
permitirmos, agradecendo gentilmente – não precisa se incomodar. Ela fez
questão. A loirinha serviu um café. Expliquei que precisava ir e saí com
vontade de ficar, mas antes soltei a Princesa que passara toda a manhã presa;
fechei a porta para que não entrasse dentro de casa uma vez que ficara presa
toda a manhã para que a casa recebesse uma boa ventilação naquele período.
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